Aylton Cavallini Filho, Advogado

Aylton Cavallini Filho

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Direito do Trabalho, 100%

Conjunto de normas jurídicas que regem as relações entre empregados e empregadores, são os direit...

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Aylton Cavallini Filho, Advogado
Aylton Cavallini Filho
Comentário · mês passado
Caríssimo não vejo a elevação da idade mínima como claro. Pode haver outras formas, inclusive uma forma hibrida em que o cidadão possa aposentar opcionalmente.
Peço vênia para reproduzir mau comentário acima:
Caríssimo, entendo que o texto diz que antes de fazer a reforma previdenciária é necessário fazer outras reformas que economizariam muito mais recursos.
Outro ponto é que o volume de arrecadação de quem contribui contra o volume de gastos desses mesmos contribuintes é superavitário. Mas quando se coloca na conta os beneficiários que não contribuem então há déficit.
Outro ponto é que todos falam em pagar menos impostos, mas trabalhar mais é uma forma de pagar mais imposto, isto é se o cidadão paga em trabalho ou em tributo não importa é tudo mais imposto. Acho que temos que pensar que na matemática a conta que se faz com laranjas ou bananas tem o mesmo resultado. Numa reflexão séria e, deixando a matemática de lado para considerar a condição humana, neste caso, trabalhar mais é muito mais caro que pagar mais!
Outro ponto é que depois dos cinquentões começa a aparecer vários transtornos na vida do cidadão, como problemas de saúde física, mental, emocional. O cidadão já não é mais tão jovem para suportar o que suportava antes. Trabalhar OBRIGATORIAMENTE até morrer não é tão digno assim!
A conclusão é que o tema tem que ser discutido com muito mais profundidade. É necessário explicitar de onde vêm os grandes gastos públicos e quem são seus beneficiários, também é necessários explicitar os verdadeiros números previdenciários, pois não é justo onerar mais quem já é mais onerado: o trabalhador, honesto, persistente, isto é aqueles que trabalham por longos anos sem interrupção e que mais contribuem para a arrecadação e, certamente, os que menos demandam os serviços do Estado.
Quando uso o termo trabalhador quero dizer todo aquele que trabalha e contribui conforme a lei, em todas as suas formas de trabalho honesto: empregado, autônomo, empresário, profissionais etc..
Aylton Cavallini Filho, Advogado
Aylton Cavallini Filho
Comentário · mês passado
Caríssimo, entendo que o texto diz que antes de fazer a reforma previdenciária é necessário fazer outras reformas que economizariam muito mais recursos.
Outro ponto é que o volume de arrecadação de quem contribui contra o volume de gastos desses mesmos contribuintes é superavitário. Mas quando se coloca na conta os beneficiários que não contribuem então há déficit.
Outro ponto é que todos falam em pagar menos impostos, mas trabalhar mais é uma forma de pagar mais imposto, isto é se o cidadão paga em trabalho ou em tributo não importa é tudo mais imposto. Acho que temos que pensar que na matemática a conta que se faz com laranjas ou bananas tem o mesmo resultado. Numa reflexão séria e, deixando a matemática de lado para considerar a condição humana, neste caso, trabalhar mais é muito mais caro que pagar mais!
Outro ponto é que depois dos cinquentões começa a aparecer vários transtornos na vida do cidadão, como problemas de saúde física, mental, emocional. O cidadão já não é mais tão jovem para suportar o que suportava antes. Trabalhar OBRIGATORIAMENTE até morrer não é tão digno assim!
A conclusão é que o tema tem que ser discutido com muito mais profundidade. É necessário explicitar de onde vêm os grandes gastos públicos e quem são seus beneficiários, também é necessários explicitar os verdadeiros números previdenciários, pois não é justo onerar mais quem já é mais onerado: o trabalhador, honesto, persistente, isto é aqueles que trabalham por longos anos sem interrupção e que mais contribuem para a arrecadação e, certamente, os que menos demandam os serviços do Estado.
Quando uso o termo trabalhador quero dizer todo aquele que trabalha e contribui conforme a lei, em todas as suas formas de trabalho honesto: empregado, autônomo, empresário, profissionais etc..

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Rodrigo Xavier, Advogado
Rodrigo Xavier
Comentário · mês passado
A auditoria da dívida é a atitude mais urgente que temos que exigir.

Precisa-se saber de onde, realmente, surgiram essas dívidas. O próprio Eneas alertava essa fraude.

A entidade Auditoria da Dívida Cidadã, tem muito material a respeito, inclusive a CPI da dívida de 2009, em que o Senhor Armínio Fraga afirma que "O Brasil foi projetado para isso". Resta saber quem projetou nosso país para sermos escravos da dívida eterna?

Segundo a auditoria, muito desta dívida foi inserida lá fraudulentamente como assunção de dívida de empresas privadas.

Muito do que se paga foi feito mediante fraude. Não podemos pagar pela fraude dos administradores.

Veja o caso do Equador e da Islândia. O Equador, com a auditoria da dívida, tornou-se até uma potência no futebol, pois os investimentos em educação, esporte e saúde estão chegando. Não se paga mais dívidas inventadas.

Reparem, no intervalo dos principais jornais, quem são os anunciantes e ponderem para ver se nesses noticiários irão passar alguma informação que desabone quem os paga. São as instituições financeiras que bancam a nossa informação. São elas que anunciam nos intervalos. O Willian Bonner não vai nos dizer que o que pagamos aos bancos de juros de dívida é uma fraude. Quem paga o seu salário são os Dealers que compram a dívida pública ao juros que bem entendem. Itaú, Bradesco, Santander e os grandes empresários que articulam as informações de forma a manterem-nos na ignorância. Achando que esse sistema de invenção de dinheiro é o ideal.

Veja a lista dos nossos donos: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/dealers

São os próprios bancos que mantêm os autos lucros das grandes indústrias com o dinheiro inventado na tela do computador. Inflacionando todos os produtos.

Estudem sobre a reserva fracionária. Isso é uma fraude. Emprestam dinheiro que não possuem. Somente digitam números em uma tela e nos tornam escravos desses números. Mútuo é quando se entrega algo que possui, quando se entrega algo que não possui é estelionato.

Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=5oioHx_-OyA
Fausto Renato Vilela Filho, Advogado
Fausto Renato Vilela Filho
Comentário · mês passado
Eu já concordo com o texto.

Comparar mesada com tributo é completamente fora de base.
Os tributos (PIS, COFINS, CSLL...) foram criados para manter o sistema da Seguridade Social e possuem como base de cálculo determinados pontos justamente para promover a distribuição de renda. Tributo nenhum desses foi criado para "cobrir rombo da previdência". São, sim, fontes de custeio (necessárias em razão da regra basilar da contrapartida). Fácil enxergar a diferença - até por isso não é cabível a analogia com "mesada".
O tio deu a mesada porque quis. Já a contribuição social foi instituída para o custeio de um sistema de seguridade, é compulsória, vinculada e necessária para a manutenção da própria sociedade (razão pela qual existe no mundo todo, ou, pelo menos, na maior parte dos países).

Fosse a Previdência Social realmente deficitária, nem mesmo existiria a DRU (art. 76 do ADCT: São desvinculados de órgão, fundo ou despesa, até 31 de dezembro de 2015, 20% (vinte por cento) da arrecadação da União de impostos, contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico, já instituídos ou que vierem a ser criados até a referida data, seus adicionais e respectivos acréscimos legais).
Esse artigo é uma aberração e entra governo, sai governo, ele continua sendo prorrogado. Mas interessa essa desvinculação, pois se torna ainda mais difícil o controle dos gastos públicos pela população. E eles tem até todo esse discurso do déficit para justificar.
Uma pergunta difícil de sabermos a resposta: onde está o dinheiro do IR, IPI, IE, II...?

Enquanto isso, temos inúmeros trabalhadores sendo prejudicados. Lamentável.

Dizer que a população está envelhecendo e os gastos previdenciários aumentando é chover no molhado (está em todo telejornal) e não é isto que está sendo questionado pelo texto. Aliás, isso no máximo deveria servir como um alerta e ser mais um motivo para nos preocuparmos com a DRU.

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